A implantação da fístula é um procedimento comum realizado em boa parte dos pacientes dialíticos. Segundo a fisioterapeuta do INEB Brasília, Tatiane Narde, após a cirurgia, a equipe realiza um preparo fisioterápico com o paciente para a maturação da fístula e melhora do fluxo de sangue.
Depois de 10 dias da cirurgia e da retirada do ponto, iniciam-se as atividades. No entanto, a fisioterapeuta ressalta que o local onde a fístula está localizada influencia na adoção do equipamento correto. Se ela está no braço, são utilizados os halteres. Se a fístula for distal, no antebraço, opta-se pelo alicate.
“São seis séries de dez movimentos pela manhã, à tarde e de noite. Realizamos na clínica e ensinamos a fazer em casa. E quem não possui os aparelhos, ensinamos a adaptar, por exemplo, com bolinhas, pesos com feijão, garrafas de água etc.”, explica.
Vale lembrar que o exercício no membro da fístula é recomendado para a efetividade da hemodiálise. No entanto, não se deve confundir com esforços como carregar sacolas ou pesos excessivos, o que não é indicado.

O que é fístula?
A fístula é um acesso de hemodiálise, realizado por meio de uma cirurgia que une a artéria com a veia. Este procedimento garante resistência às punções, fluxo contínuo e rápido de sangue e eficiência à hemodiálise.

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